sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

O consumidor têm 5 sentidos!

Sound Branding, esse é assunto que têm estado muito presente nos meus dias e tô achando super interessante pesquisar a respeito, gente é fantástico estimular o consumidor sensorialmente sem ficar bitolado ao visual, como milhões de empresas ainda fazem. As marcas precisam entender que os seres têm 5 sentidos: tato, visão, audição, olfato e paladar e quanto mais estimulado o consumidor estiver mais envolvido ele estará e provavelmente a sua marca vai deixar de ser apenas um logotipo ou signo visual e passará a ser memória vivida, experiência com certeza vale muito mais do que meras imagens, que podem ser extremamente valiosas também, é claro. Mas quando unidas a outra série de estímulos ganham uma força muito maior e são essenciais para o posicionamento, sim adoro falar de posicionamento, porque? Porque o considero a essência do Marketing , mesmo mesmo. Enfim, resumidamente a questão é "envolva o consumidor ou morra".

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Simplesmente é !

Humanos, assim como muitos outros, um animal que vive em  cativeiro. Talvez tenha sido uma escolha de fuga do Id, que é completamente leve e solto e que se fosse levado "a sério" muito do que acontece nem se quer estaria acontecendo. Mas, ninguém mais se sacia apenas com a base da pirâmide, as necessidades de fato passaram a ser básicas, super básicas. Pensando bem tudo gira em torno das necessidades que se complementam parcialmente com os desejos, que crescem a cada dia, latentes como diz-se mercadologicamente. É, dizem que é a evolução da espécie que se analisada filosoficamente não seria nomeada assim, ou não. Na minha visão de filosofia não existe nada de concreto, tudo é processo que se procede continuadamente. A vida, ah a vida, qual o sentido dela? Depende, assim como todo o resto, que é a própria vida. Mas, pra mim é tudo circular, enérgico e mutável. O tempo, quem somos nós pra defini-lo? As coisas são inexplicáveis (ou não), mas sempre estamos buscando milhares de explicações, bem dito: são as perguntas que movem o mundo, acho que acredito (em parte) nisso, não digo que é verdade porque a verdade absoluta não existe, já dizia Maurício. É tão abstrato e inconcreto,  diferente sempre. As palavras, os dias, as cores, as arvores e todos os outros seres, muito louco mesmo. E nós nem usamos "todo" o nosso cérebro, cada um têm suas partes ativadas ou não em diferentes graus. Têm muitas teses, a ciência é realmente fantástica! A natureza é mesmo tudo, quer queiram ou não, simplesmente é.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Agência de PROPAGANDA.

Que me desculpem milhares de agência, mas agência de publicidade não existe, não dá. Publicidade não se compra, nem se vende, simplesmente acontece "naturalmente", nada mais é do que atualmente chama-se de buzz, são os comentários das pessoas, o famoso "boca a boca" e ninguém pode vender isso. Agora, propaganda sim! Essa pode ser comercializada tranqüilamente, propaganda é mídia paga: outdoor, anúncios, comerciais de Tv, banners e milhares de outras coisas. Propaganda é uma ferramenta essencial para o Marketing e não precisa ser nenhum Kotler para perceber isso, hehe. E a publicidade é maravilhosa, eu diria que é um dos grandes objetivos da propaganda, talvez seja por isso que tanto confundem as coisas... Mas,  era pra dizer isso mesmo: agência de publicidade NÃO! Agência de Propaganda SIM! Mais uma vez me desculpem as agências que utilizam dessa nomenclatura, mas eu precisava expressar esse pensamento.

Daniela Viegas

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Gearing.

É uma questão de questões partidas do intacto e abstrato que se constrói de inúmeras formas derivadas de tantas e entantas coisas. Tornam-se símbolos para nós, significam.Tanto e nada ao mesmo tempo, tempo que é, foi e vem sendo. Loucura mesmo, mas como interpretar essas incontáveis interpretações? Ah, dificílimo, só mergulhando pra saber. Parece muito e passa a ser parecido com algo contido no repertório acumulativo e reciclável. És la vie.

Boa noite.

Parar uma coisa que é muito boa. Contraditório demais mesmo. O elevador continuou parado, deu tempo de uma pausa deleitosa. Sete horas para dormir um sono malemolente. O que fazer se não o sentir. Dorme bem, boa noite meu bem.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Marina

Em Marina a arte ainda se mostra primeiro e a vida flui dançando nos ritmos das cores do universo que conspira para trazer boas vibrações a sua luz que reluz lindamente em movimentos coloridos por diversos sons, signos e muita sintonia.

Por: Daniela Viegas

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Comunicação?

Agregar valor com certeza é fundamental para um negócio, porém se o mesmo não é percebido pelos públicos de nada adianta.O Benchmarking consiste em absorver os pontos fortes de gestão e comunicação de uma empresa concorrente que se destaca no mercado e 'adapta-los' a realidade da sua Organização de preferência fazendo melhorias , ótimo porém, parem para pensar se todas as empresas começam a entrar nesse mesmo ciclo, o que acontecerá? Esse modelo virará algo comum, portanto você e todos os seus concorrentes seguirão a linha da 'mesmice'. As empresas precisam buscar um diferencial competitivo, algo que seja exclusivo e fuja do senso comum, para assim direcionarem o seu posicionamento (essencial para se manter em qualquer segmento) e fazer da comunicação estratégica (algo raríssimo de acontecer, pois a grande parte das Organizações ainda não entendem o que esse processo significa) um processo mutável suscetível a mudanças de planos e alterações ao longo do tempo, essas baseadas nos movimentos que os seus concorrentes estão fazendo. As Organizações devem entender que a imagem e posicionamento que será ocupado na mente do consumidor não é formado apenas pelas informações que são de alguma forma 'lançadas' para os públicos, a memória e experiências do consumidor são parte essencial da composição dos mesmos. Portanto, a comunicação precisa ser vista como fluxo/troca e não como uma flecha de unica direção, na qual só a Instituição passa a informação e pronto. A informação é matéria-prima para a comunicação... Estímulo e resposta, isso é comunicar.

Por: Daniela Viegas

sábado, 27 de novembro de 2010

Tenho escrito.

Tenho escrito, escrever é uma formas de registrar algumas formas. Gosto disso, sinto que as curvas das letras representam algos, não sei como isso impacta o receptor, mas é comunicação, troca e eu amo.

Descubra 'si'

É tudo reflexo de tudo. Observe e perceba o movimento que as folhas fazem quando sentem o vento, que também forma as ondas e as enormes montanhas de areia...Acho que é mesmo uma questão de causa e consequência, o jeito que as peças dessa magnifíca peça se encaixam. Você escolhe como montar o seu quebra-cabeça e ao longo do jogo as imagens e signos vão surgindo, é sempre uma construção independente dos ângulos, que são vários e variáveis. Gira, nunca pode-se esquecer disso, as certezas são tão incertas para serem certas. Louco. Mas, o que é "normal" ? É tudo tão diferentemente lindo e mágico, tudo bem: não generalizar as vezes não é fácil. Ora, descubra "si" essa é a grande arte.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

É Idéia!

Idéias, com certeza elas surgem do cérebro, assim como tudo aquilo que fazemos e produzimos, inclusive é por isso que a "LIBERDADE" não existe, afinal dizem as más línguas que liberdade significa "agir sem pensar" e isso é biologicamente impossível. Pensando bem (viu?), as idéias são junções de uma série de estímulos recebidos por nós: imagens, cheiros, sons, memórias e por aí vai... as idéias muitas vezes parece que vem "do nada", mas na minha opinião nada vem do nada, tudo têm uma certa origem, justificativa. Nós planners (no meu caso uma futura x) temos a fama de sermos "a fábrica de idéias", mas por experiência própria eu digo: não é tão simples, não mesmo. Para se chegar as "grandes idéias" percorremos um árduo percurso, buscamos referências, observamos e principalmente percebemos muito tudo o que está ao nosso redor (as conversas, as roupas, os hábitos, o comportamento humano- do consumidor, hihi) enfim... idéias surgem de processos referenciais. E outra coisa que também acho muito válido de se falar, já que estamos tratando do assunto é : "nunca mate uma idéia antes de testa-la" esse é um lema da 3M que gosto muito, tudo bem que leva-lo ao pé da letra é radicalismo, mas é sempre bom analisar direitinho se o que você bolou funcionaria na prática. É isso, "bote fé nas suas idéias" , mas tenha cautela para 'drena-las'. ;)

Por: Daniela Viegas
ps: eu sou BAIANA mesmo, sinta o regionalismo do título do post (hehehe)

Mais uma das minhas viagens.

É uma bela projeção de concreto, por certo já se houve suor e músculos. Arte sim, apesar da previalidade, a qual não creio que possa existir, talvez hipotetividade. Mas, pensas verossimilhançamente, tudo vem no enérgico.

Por: Daniela Viegas

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Estender ou não estender? És a questão.

A extensão de linha é de fato uma faca de dois gumes, pode dar muito certo ou pode denegrir de vez a imagem de uma marca consolidada. Por isso meus caros mercadólogos: tomem cuidado. Um bom market share e um top of mind não significam total liberdade de extensão de linha, pelo contrário, para mim um posicionamento concreto é sinônimo de singularidade, e marcas que ampliam muito os seus portifólios podem gradativamente perde-la. Se o consumidor confia na sua marca aproveite isso de forma estratégica, abraçar o mercado é pra pouquíssimos, não arrisque sem analisar muito o comportamento do seu consumidor. #ficaadica

Por: Daniela Viegas

aqui vocês podem ler a matéria que me inspirou para esse post: http://tinyurl.com/22mx8ha 

Vamos fazer compras coletivas?!

Tenho uma ótima dica pra quem quer entrar nessa nova modalidade com o pé direito: http://www.bondesconto.com.br/home/index.asp é o novo site de compras coletivas da Tuppi Propaganda e Marketing e quem se cadastrar logo terá um crédito de 5 reais ;) Vale a pena!

Essencialidade.

Se sim, guardou-a. Troca de energias simbióticas que alimentam o espírito e nutrem a alma. Perfeição, objetivo mundano. sempre.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Confissões de uma mercadóloga.

Ok, sou uma mercadóloga bem consciente em formação e desde que comecei a estudar Marketing passei a entender a indústria do consumo e alguma parte daquilo que está "por trás" dela, no background dos produtos/serviços atrelados as marcas e conceitos que são ofertados aos consumidores. Mas, não é por isso que deixei de ser um target para as Organizações/empresas/marcas, tenho que confessar que atualmente estou muito mais ligada no mecanismo de um processo de compra, nas técnicas de merchandising e no comportamento do consumidor e tudo mais, até me acho uma "espertinha" quando vejo que muito  daquilo que nós profissionais de Marketing elaboramos para impulsionar o compra funciona direitinho, como por exemplo o "check out" - aquela fila do supermercado onde ficam milhões de produtos quase irresistíveis prontinhos para serem levados para casa ou até mesmo consumidos no ato- para mim aquilo deixou de ser um "apelo" e passou a ser um estudo, me divirto e aprendo demais em qualquer PDV observando os consumidores e os mecanismos mercadológicos . Apesar disso, ainda existe uma marca que realmente me encanta, mexe com minha cabeça, me envolve em todos os aspectos (emocionais e racionais) a unica coisa que não me agrada muitos são os preços. Enfim, amo o cheiro, as cores, o conceito, o design e sinto que algumas delas foram feitas para mim *_* Qual é essa marca?! A MELISSA, sou melisseira sim ;) Só pra falar isso mesmo, hihi.

Por: Daniela Viegas

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Clichês são (quase) irresistíveis.

Assistindo a aula de Teoria e Técnica de Relações Públicas de ontem pude perceber que Estratégia Institucional é para muitos um sinônimo de alguma ação social ou ambiental, mas não é. Gente, estratégia institucional é aquela que de alguma forma aproxima a Organização de seus públicos estratégicos e isso pode ser feito de milhares de formas, por favor, vamos pensar fora da caixa! E outra coisa que também achei bem importante foi: antes de pensar em qualquer ação tenha a sua estratégia formada, porque são as estretégias que levam as ações e muitas você pode se surpreender com engenhosidade que uma ação criada a partir de uma estratégia pode ter. É isso ai ;)

Por: Daniela Viegas

Ciclo da vida.

Vocês já pararam pra pensar no ciclo da vida? A morte parece o fim do ciclo, mas não é. Porque? Ok, o ser humano morre e (quase sempre) é enTERRAdo e aí o seu corpo passa a nutrir o solo, gerando assim nutrientes para o solo e para as PLANTAS, o que as plantas liberam ao produzirem o gás carbônico? OXIGÊNIO, essencial para a sobrevivência dos seres. Então, pensando bem... "saimos da vida" para ser parte do processo gerador de vidas. Enfim, só queria compartilhar esse meu raciocínio. Espero que enxerguem os ciclos a partir dessa minha ótica.


Por: Daniela Viegas 

MUV

As ruas estão paradas em movimentos uniformemente variados, com suas luzes multicores que parecem turvas aos nossos olhos destraídos. Cores? Aparentemente produzidas para parecerem artificiais. Mas, não são, tudo deriva do natural.

Sinta.

Mas a vida é isso. Sentidos que nós mesmos inventamos para sentir. Jogos, o que eles podem significar? Tantas coisas que se analisadas a fundo provocam simplesmente sensações. Essas sim são o objetivo. Sinta.


Por: Daniela Viegas 

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Estratégia.

Quando você executa uma estratégia Institucional e de alguma forma a relaciona com uma Mercadológica ( ou assim vice versa) logo ela se torna uma estratégia ?! INSTITUTOLÓGICA ;) É assim que chamo uma estratégia institucional + estratégia mercadológica.

Por: Daniela Viegas

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Marketing de E-xperiência?

E porque não? Basta  observar um pouco os hábitos de consumo para perceber que tudo está ganhando um "e" na frente (e-commerce, e-business...) além da explosão de compras coletivas pela qual estamos passando. E por isso e mais um pouco as marcas precisam estar na internet, onde o seu prosumidor está presente.Interagir e gerar experiências entre marca e consumidor, essa é a forma de se fazer Marketing que (ao meu ver) gera os melhores resultados. O Marketing de E-xperiência não é mais um modismo, mas uma tendência. Não é a toa que a Unilever já percebeu isso e criou um laboratório só para testar idéias que funcionem no ambiente virtual, confiram a matéria da MeM nesse link : http://tinyurl.com/27d5p6r

Por: Daniela Viegas ;)


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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Can you fell it?

I don't belong to you. I belong to the world, and I love to feel my owner embrace and playing wiht me all the time, just like a mom and her child. So, it's all about energy and connection. That's because you are with me, with. Can you fell it? So, do I. And it is an amazing felling, that don't have one plan,  like life. Just live it and don't look at back or future.

E quem disse que a propaganda não evolui?

Olhem só esse making of da produção da campanha "Live Smart", foi feita com 96% menos de carbono do que uma campanha convecional. Bom demais, né?

Assistam o vídeo no link: http://mirabolantes.net/?p=396  

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O consumidor e o prosumidor.

Qual a diferença entre eles? Simples, o consumidor é aquele que simplesmente adquiri produtos e serviços e os consome. O prosumidor faz um mesmo, porém com um plus: ele interage com a marca, expõe suas opiniões a respeito de seus produtos/ serviços, seja esse relacionamento através de redes sociais, sac ou até mesmo telefone. E você, é um consumidor ou um prosumidor? Adquiri e consome conteúdos/produtos/serviços ou adquiri e gera conteúdos? Bem, eu me considero uma prosumidora, afinal estou aqui expressando minhas opiniões de alguma forma e gerando conteúdo e espero que tenha de fato o feito ;)

Por: Daniela Viegas

Essa música estará no teto do meu quarto.

Lembro dos retro-mutantes, dos proto-mutantes
Dos bio-mutantes cantados em momentos atrás
Os quais ainda são a linha esperada, a conduta marcada
Por atitudes de originalidade e paz
Mas desta vez vou falar de homens
Que por caminhos diferentes daqueles
Procuram também seus objetivos naturais
Também não se estabeleceram, não aceitaram
Não se encaixaram em perversas etiquetas sociais
Todos anormais, todos desqualificados
Castrados, desajustados
Considerados um problema
Eles têm uma sensibilidade aflorada
Que os tolos não podem aceitar
Porque estão todos fora do esquema
Agora onde sou, quem estou?
Pra quem só passa pela vida
Isso pode até parecer brincadeira, mas não...
Como eles, eu volto ao monte, volto à caverna
Sinto o bicho que sou se contorcendo em minha veia
Volto ao tudo para achar a resposta mais sensata
A carne dos Deuses em minha cara
Simplesmente
A carne dos Deuses em minha cara
Eu volto ao monte
A carne dos Deuses em minha cara
E assim eles me mostraram:
Passe dos limites da sua casa, da sua turma
Se comunique sem nenhum tipo de rótulo
Supere seus limites
Não se conforme com a informação
Busque, atreva, ultrapasse os muros impostos
Atravesse a linha do seu horizonte
Eleve seu espírito como um flash
Sem destino, em todas as direções
Supere seus limites de respiração, de força de bicho
Como um macaco nu que luta incondicionalmente pela vida
Então, sinta mais...
Abrace cada sentimento seja ele qual for
Como se abraça a quem se ama
E quando precisar, chore
Onde estiver, chore
E um dia, dance...
Um dia dance do jeito que você quiser
Sem dúvida, as pessoas que dançam com verdade
São pessoas muito mais felizes
E por mais louco que possa parecer
Não me ouça
Pois posso ser apenas mais um tijolo daquele muro que você quer
Passar...
Simplesmente passar...
Passar...
Simplesmente passar...
Simplesmente
A carne dos Deuses em minha cara
Eu volto ao monte
Eu volto ao monte

A Carne dos Deuses- Scambo 

Cansei.

Difícil pensar que isso aconteceu durante os meus 19 anos de vida. De fato sempre busquei não 'desagradar' em nenhum momento e quando sabia que o faria, caso me mostrasse verdadeiramente, preferi omitir-me. E essas omissões sempre estiveram presentes em nosso relacionamento, acha que me conheces? Não mesmo, triste. Mas essa foi uma zona de conforto imaginária criada na 'redoma de vidro' que me puseste, redoma esta da qual eu não sai (para você). Mas sim, eu saí! Voei, descobri, explorei, experimentei, enfim.... vivi e vivo! Sou muito diferente de você e mais diferente ainda do que (você) gostaria que eu fosse. Não sou perfeita, ninguém é. Só quero que saiba que a grande culpada desse meu mundo de plástico sou eu mesma. Talvez o tenha construído para me ver longe de atritos,mas o que é a vida sem antagonismo? Não é uma vida 'real'.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Frases minhas.

"Nós atores somos completamente mutáveis, podemos ser desde um grão de areia até o Barack Obama".

"Quem somos nós pra definir o tempo? É o tempo que nos define.."

"Fotografia não é espaço, é possibilidade"

#filosofando

Top of Mind.

"Quando você pensa em sabão em pó, qual a primeira marca que lhe vêm a cabeça?". É mais ou menos assim que a pesquisa do prêmio "Top of Mind" é aplicada. O prêmio têm o intuito de listar quais são as marcas que ocupam o primeiro lugar na memória do consumidor. Ótimo para as vencedoras, pois é  bem provável que estas tenham um posicionamento muito bem definido e credibilidade (eu disse bem provável). Confiram a lista das vencedoras por categoria: 

Aparelho de telefone celular: Nokia
Aparelho de TV: Philips e Semp Toshiba
Aspirador de pó: Arno
Notebook: Dell, LG, Samsung, Semp Toshiba e Positivo
Fogão: Brastemp e Dako
Geladeira: Consul
Carro: Volkswagen
Lavadora de roupa: Brastemp
Pasta de dente: Colgate
Fraldas descartáveis: Pampers
Sabonete: Lux
Protetor solar: Sundown
Aparelho de barbear: Gillete
Shampoo: Seda
Desodorante: Rexona
Cerveja: Skol
Chocolate: Nestlé
Leite: Ninho, Parmalat e Itambé
Maionese: Hellmann's
Margarina: Qualy
Adoçante: Zero Cal
Azeite: Gallo
Refrigerante: Coca-Cola
Sorvete: Kibon
Biscoito: Bauducco, Mabel, Passatempo, Trakinas e Fortaleza
Sabão em pó: Omo
Combustível: Petrobras
Pilha: Rayovac
Pneu: Pirelli
Tinta de parede: Suvinil
Banco: Banco do Brasil
Caderneta de poupança: Caixa Econômica Federal
Cartão de crédito: Visa
Operadora de celular: Vivo
Plano de saúde: Unimed
Seguros: Bradesco Seguros
Companhia aérea: TAM
Loja de móveis e eletrodomésticos: Casas Bahia
Material esportivo: Adidas
Supermercado: Carrefour e Extra




E eu digo o mesmo.

Obrigada por me ouvir, por deixar que eu te ouça, por me fazer rir demais, por acalmar meu choro em menos de um minuto (independente da situação e distância), por me levar a infância com nossas pinturas, por me fazer ler e ouvir coisas que eu nunca imaginei um dia, por  colocar os meus pés no chão em muitas das minhas flutuadas, por aturar minhas conversas intermináveis, por partilhar suas alegrias e tristezas comigo, por me deixar entender o universo "marinístico", por acreditar em mim, por me apoiar sempre, por rir das minhas (verdadeiramente)  merdas, por ser poeta e poesia, por ser abraço e acalento.

Obrigada pelas milhões de ligações (até aquelas as 4 da manhã em um momento etílico de sua parte), pelos reggaes, pelo vasto vocabulário repleto de códigos secretos, pelo tempo e tudo o que ele nos trouxe de maravilhoso, pelos carros magnéticos, pelas curvas, pelas pequenas andadas na praia, pelos chinelos, pelo líquido de Mariah, Beyoncé e Lady Gaga, pelas músicas tocadas, dançadas, cantadas e curtidas, pelos shows, por me apaixonar mais ainda por Arte, por ser tão importante na minha vida, por ser uma certeza, por ser passado, por ser futuro, por ser doida que nem eu, por entender minhas loucuras. Por fazer de momentos que poderiam ser insuportaveis, memoráveis. Obrigada pela energia, pela sintonia, pela estripulia, pela correria, pela simpatia, éééé... Quer dizer então que (ahuahuahauhauhauhauahuha). Obrigada por ser minha irmã, nunca se esquecer de mim e estar sempre comigo.


"Amo você desde uns sete anos atrás.

Mais uma vez, obrigada."

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Um poema muito louco.

As minhas respostas são muito cheias de asteriscos para simplesmente 'euxari-las' ; Triste, mas implícito tão explicitamente que parece ser intátil. Sorry, a mim mesma? Talvez, depende, sempre.

Daniela Viegas

Reflexiva que sou...

Terça- feira 26/10/2010. Vocês ainda se lembram do dia 1 de janeiro de 2010? Ah, pois eu me lembro... Demais! Parece loucura, mas tenho a impressão que o tempo está passando cada vez mais rápido e o mais incrível disso é que os dias, os minutos, os segundos, as horas, os meses, os anos, as décadas e os séculos continuam tendo a mesma duração. Talvez essa sensação seja causada pela quantidade de atividades que estamos fazendo diariamente, não paramos nunca, estamos sempre preocupados com o que virá e muitas vezes acabamos não valorizando o nosso agora, que já passou e não volta mais... São duas frases que vivo falando "um homem nunca entra duas vezes no mesmo rio" e a melhor de todas que me faz refletir muito a respeito de aproveitar cada segundo da minha vida é "o futuro é o presente e o presente já passou... não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar, não deixe nada pra semana que vem, porque semana que vem pode não chegar". É como minha amiga disse quando acabara de escutar essa frase "dá vontade de jogar tudo pra cima e sair se divertindo pelo mundo!",  dá mesmo ;) Como aquela propaganda do Eco Sport "Hoje é o meu ultimo dia de vida.... Hoje é o meu ultimo dia de vida, de novo" hehe. Não quero influenciar ninguém a levantar da cadeira do escritório e sair por ai buscando "curtir intensamente", mas acho que devemos nos preocupar menos com o depois e viver o agora, não levar as coisas tão a sério.... Afinal, qual é o sentido da vida? Não sei, mas a graça é justamente essa : buscar os seus sentidos, sentindo-os... aí vem outra frase que eu amo "então, sinta mais.. abrace cada sentimento seja ele qual for, como se abraça a quem se ama..". Ah, é isso: aproveite, brilhe e evolua como "ser" sempre ;)

Kotler fala sobre 5 questões fundamentais do Marketing

O comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos. Eles mudarão ainda mais e quais tendências indicarão as transformações?
Philip Kotler - A recessão global e a crescente incerteza diminuirão a confiança de todos para gastar. Os consumidores estão adiando suas compras de bens duráveis mais caros como carros, móveis e eletrodomésticos de linha branca. Para as necessidades diárias, as pessoas estão optando por marcas mais baratas e marcas próprias. Se a recessão continuar, os consumidores ficarão acostumados a economizar em vez de gastar. Muitos podem vir a adotar um estilo de vida simples, baseado no “menos é mais” em vez de “mais é melhor”. 
Por outro lado, se a recessão terminar logo, as pessoas provavelmente voltarão aos seus hábitos antigos de comprar e gastar. Muito disso depende da criação de empregos. Se houver emprego suficiente, as pessoas vão ganhar dinheiro e gastar. Se os empregos estiverem escassos, eles terão menos para gastar e gastarão menos. A questão é se as empresas serão arrojadas ou gananciosas. Se elas forem arrojadas devem deixar o poder de compra na mão dos consumidores para sustentar o crescimento econômico. Caso as empresas sejam gananciosas, elas ganharão no curto prazo, mas passarão por um longo período de dificuldade em seguida.
Os profissionais de Marketing estão prontos para estas mudanças? Como eles devem reagir?
Philip Kotler - Os profissionais de marketing podem dar alguns passos para estimular o aumento do consumo junto aos consumidores sem confiança. Um deles seria criar produtos de custo mais baixo que ofereça benefícios similares às versões mais caras. A indústria pode lançar embalagens menores de seus produtos que sejam mais acessíveis. As empresas podem criar alternativas inovadoras. A Índia, por exemplo, produz um computador de 100 dólares e oferece cirurgias de catarata muito baratas.
Outra coisa é oferecer garantias de retorno da compra de um produto muito caro. A Saturn, uma montadora americana, aceitava o carro de volta no prazo de 30 dias caso o consumidor não estivesse satisfeito com o produto e a Hyundai também prometeu a devolução do carro caso o cliente perdesse o emprego. Mesmo o segmento que queira ser líde com uma linha de produtos mais simples, precisará da ajuda do profissional de marketing para criar casas, eletrodomésticos e móveis mais simples.
De que forma as redes sociais mudaram o marketing e o que as empresas podem desenvolver para se aproximar do consumidor neste ambiente?
Philip Kotler - Um número crescente de consumidores de todas as idades está entrando no Facebook, no Twitter e no Linkedin criando grandes redes sociais. As pessoas estão procurando informações sobre experiências de produtos e serviços de outros consumidores nas suas redes sociais. Um brasileiro que esteja pensando em comprar um carro recém lançado provavelmente dará mais valor à opinião de seus amigos do que aos anúncios.
Muitas conversas nas redes sociais incluem opiniões favoráveis e desfavoráveis a respeito das marcas. Toda companhia agora está em um aquário com muitas pessoas discutindo os méritos de seus produtos e de suas marcas. Com isso, as companhias que não têm qualidade não sobreviverão. Já as fortes ficarão ainda melhores e as fracas se afogarão num mar de discussões negativas.
As empresas brasileiras começaram a se preocupar mais com a questão da sustentabilidade nos últimos anos. A sustentabilidade será realmente um diferencial no futuro próximo?
Philip Kotler - Muitas empresas acreditam que a sustentabilidade é um custo imposto que irá prejudicar seus lucros. Parece ser o caso quando a companhia deve pagar por um sistema que reduz a poluição do ar que a sua fábrica produz. Mas existem muitos outros esforços a favor da sustentabilidade que na verdade podem melhorar a lucratividade. Considere um hotel que tenha uma conta de água cara porque os hóspedes tomam banho sem limites e eles querem que os lençóis das camas sejam trocados diariamente. 
Esse hotel pode trocar o chuveiro e perguntar aos clientes se eles se importariam que os lençóis não fossem trocados diariamente, o que no total reduziria a conta de água do hotel. O fato é que precisamos distinguir entre ações de sustentabilidade que representam economia de dinheiro e aquelas que demandam gastos. Adicione a isso a boa opinião do cliente em relação às companhias que estão se tornando ecologicamente corretas e teremos uma equação de valor para as empresas.
As empresas estão sempre olhando para o futuro e desenvolvendo novas plataformas de marketing para conquistar novos clientes, mas o que elas deveriam fazer que é primordial e não fazem, chegando a perder clientes por isso?
Philip Kotler - As empresas são surpreendidas quando elas perdem os clientes que disseram que estavam satisfeitos. Por que isso acontece? Obviamente algum concorrente está satisfazendo-o mais, seja pela venda a um preço inferior ou oferecendo serviços ou recursos de qualidade superior. Nunca tenha seus clientes como certos. Os concorrentes são como abelhas zumbindo em torno de uma empresa à procura de onde morder. Descubra os seus pontos fracos e como está desapontando seus clientes antes que seus concorrentes façam isso.

(via: @portalexame)

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

MINHAS FOTOS

Quem quiser conhcer o meu lado fotógrafa ;)

http://www.flickr.com/photos/viegasdani/

Tempo ao tempo.

Um turbilhão de sentidos sentidos e sentindo tomam conta dos meus pensamentos. Não que não houvesse a cogitado antes pelas mesmas razões. É um adeus a tudo aquilo que trazia consigo além das maravilhosidades que hão de progredir quando o progresso de fato florescer, florescer essa é a palavra para tudo o que imagino daqui pra frente. Ainda não está ao alcance das minhas mãos, mas com fé em Deus pai da terra, um dia estará. Passei momentos muito bons, mas não sei o que os outros passaram. E é justamente essa a grande questão. Respeito a tudo, sempre. Hipocrisia é um poço infindável no qual não quero mais adentrar o meu espírito.Tudo vem na sua hora. E quando surgir de novo na minha vida será de forma naturalmente mágica, com certeza. Vou levar sem você da melhor forma possível até o dia que possa ser um verdadeiro presente de Deus para mim.

Daniela Viegas

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Os ciclos e círculos.

'O mundo gira em circulos. O topo pode alcançar a mesma proximidade do chão do que a parte de baixo alcançou agora, que é presente e já se tornou passado. Loucura, vida que vem sendo construida ao longo do que chamamos de tempo. Arte, tudo o que se faz, mesmo que silenciosamente. Sentir, essa é a nossa grande trivialidade, simplesmente sinta e viva.' 


Daniela Viegas

As marcas e o consumo.

      O que uma etiqueta com as letras “DeG” podem representar em um produto qualquer ? Identidade, valor, uma marca com uma imagem e posicionamento muito bem definidos na mente do consumidor. Usar uma marca significa quase sempre confiança. Por que algumas pessoas usam determinadas marcas por status ? Porque elas acreditam nelas e reconhecem o seu valor. Portanto, as marcas são uma espécie de “ser” que possui identidade, valores,nome, cores e etc. E os consumidores são os “amigos” desse ser e se sentem bem conviver com ele.A “lei da selva” no atual sistema econômico mundial é o consumo, com raríssimas exceções. Consumir é uma necessidade. Todos precisam de higiene, alimentação, moradia e locomoção e para que estas sejam supridas precisa-se compra-las, quase sempre. Mas, e depois das necessidades o que vêm? O desejo. E o consumo está inteiramente ligado ao desejo nos dias de hoje. Comprar apenas pela vontade de comprar ou como diz Becky Blooom “ quando eu compro o mundo fica melhor e depois não fica mais e ai eu preciso comprar de novo”, uma shopperaholic, uma compradora compulsiva assim como muitas outras e outros.Um comprador compulsivo leva o consumo como uma diversão, uma válvula de escape da sua rotina ou até mesmo faz do consumo a sua própria rotina. Muitas vezes esse tipo de consumidor compra sem ter condições financeiras para consumir aquele produto/serviço e acaba se endividando por certas coisas que muitas vezes não são se quer usadas. Com certeza o boom dos cartões de crédito é um grande propulsor do consumo compulsivo, é como Bechy compara no começo do filme “cartões de crédito são como varinhas mágicas” e fazem o processo de compra parecer algo muito mais leve, afinal, você não está tirando o seu dinheiro do bolso para comprar. E para o consumidor esse é um aspecto de grande peso.Uma liquidação de grandes marcas pode ser comparada a uma guerra, o cliente precisa levar pra casa aquela bota Dior pela metade do preço (e vai fazer de tudo por isso) para sair com a sensação de “fiz um bom negócio”, consegui algo de menor preço e maior valor. Esse tipo de sensação é esplêndida para qualquer consumidor e quando se tratam de grandes marcas o prazer é ainda maior.Prazer, essa é a maior sensação relacionada ao ato de comprar. As necessidades de hoje são muito maiores do que as de ontem e muitos menores do que as de amanhã. E os desejos também. A indústria do consumo produz cada vez mais e os consumidores por sua vez, compram cada vez mais. Será que essa relação está realmente em equilíbrio ? Basta observar e perceber.

Como construir uma marca forte?

Brandy, valor de marca, a fórmula do sucesso de qualquer negócio. Atribuir valores a umamarca e fazer com estes sejam percebidos pelo consumidor é um grande desafio, que quandoexecutado de maneira eficaz, efetiva e eficiente traz resultados imensuráveis a uma empresa. Mas, agrande questão é: como construir uma marca forte?Antes de qualquer coisa, a marca precisa ocupar um posicionamento na mente do consumidor enunca deve-se tentar se posicionar da mesma forma do seu concorrente, pois será muito mais difícil,praticamente impossível, alcançar sucesso dessa forma. Pense em um refrigerante, com certezavocê pensou em “Coca-cola”, agora pense em uma bebida levemente gaseificada, provavelmente você pensouem “Aquarius Fresh” uma bebida que faz parte da extensão de linha da Coca-cola Company, masocupa um posicionamento distinto do refrigerante de cola na mente do consumidor. E é desta formaque as marcas devem buscar se posicionar: em lugares ainda não ocupados na mente do cliente.Além de posicionamento outro ponto de extrema importância para a construção de uma marcaforte é fazer parte da vida do consumidor, literalmente, experiência de marca. Um bom exemplode marketing de experiência é o evento “Skol Sensations”, é o terceiro maior evento de músicaeletrônica da América Latina e leva o nome de uma marca, milhares de pessoas “respiram ouniverso” da Skol durante os dias de festa, em momentos de diversão e mais de 90% do públicopresente no evento acredita que a festa “tem tudo a ver” com a marca. Agora me diga, a Skolrepresenta uma bebida ou um conceito, um estilo de vida, sensações e etc? A segunda opção, comcerteza, e é por isso que ela hoje é uma das marcas mais valiosas do seu segmento. Os eventos sãoótimas formas de se trabalhar uma marca com o marketing de experiência, mas não são a única,existem muitas outras estratégicas mercadológicas que compõem a construção e consolidação deuma marca de peso.A marca precisa ganhar a confiança do cliente, fazer parte da vida dele, representar algomuito além de um produto que vem dentro de uma embalagem bem feita, a marca deve traduzirestilo de vida, escolha, valores e crenças e deve ir muito além do preço pago pelo produtoque será consumido. E para alcançar isso o segredo é pesquisar muito, entender o seu público-alvo, “conversar” com ele e virar parte de sua vida

Os 4 P’s do consumo feminino (uma análise do artigo de Stella Kochen)

No artigo a autora Stella Kochen faz uma abordagem inicialmente a respeito da visão do consumo feminino observada pelos homens que nomeiam essa prática de fazer compras de “comproterapia” e questiona se de fato essa compra em excesso é uma realidade ou apenas uma visão marxista a respeito. Para falar dos hábitos de consumo feminino e buscar desvincular a imagem de consumista das mulheres a autora compara o processo de compra a um jogo de sedução que ocorre toda vez que uma mulher adquiri algum produto ou serviço. Para ilustrar essa compra ela aborda os 4 Ps femininos : paquera, pesquisa, pechincha e prazer. Destrinchando-se os Ps pode se perceber que esse processo não acontece necessariamente em toda e qualquer compra feita por uma mulher e também não é uma exclusividade do universo feminino, muitos homens também passam por essas mesmas fases durante a aquisição de algum bem. A paquera acontece sempre, principalmente no processo de experimentação de um produto ou serviço, o consumidor faz uma espécie de “raio x” e observa precisamente a aparência e todos os detalhes de sua possível futura aquisição. A pesquisa é algo que faz parte da grande maioria dos processos de compra, porém pode aparecer antes, durante ou depois ou as vezes pode nem chegar a estar presente no processo, como por exemplo: a aquisição de um vestido, se a mulher experimenta e gosta do vestido e sente que ele foi “feito para ela” bem provavelmente a variável pesquisa não estará muito presente neste processo de compra, a não ser que após comprá-lo ela passe em outras lojas para checar se fez um bom negócio, aliás esse hábito  é algo tradicional em nossa cultura. A pechincha também não se mostra presente em todo o processo de compra, afinal não são todos os produtos, serviços e estabelecimentos de consumo que abrem a possibilidade de um reajuste no preço oferecido e atualmente o cartão de crédito passou a substituir em parte a pechincha, pois as parcelas facilitam a compra e fazem o consumidor sentir um impacto financeiro menor, o que meche principalmente com o lado “psicológico da coisa”. O prazer está presente na grande maioria dos processos de compra, mesmo que esta seja uma sensação imediata e pouco duradoura, apenas pela sensação de “possuir, ser dono de” ou até mesmo pelo consumo do produto ou serviço que se adquiriu e o prazer que este pode proporcionar, seja através de gostos, cheiros, elogios, olhares e outras coisas que podem chegar até o cliente por intermédio de algum bem adquirido. Além dos 4Ps a autora observa que o pré-atendimento faz-se essencial para um bom processo de compra, o que de fato é um grande impulso para influenciar a compra, muitas pessoas as vezes nem tem um interesse tão grande em adquirir um produto ou serviço, porém se sentem tão bem com o atendimento que acabam adquirindo-o, o atendimento está completamente vinculado as experiências que um consumidor tem com uma marca, portanto deve ser o melhor possível, pois um assim como um bom atendimento pode fidelizar e de alguma forma ajudar aumentar o  portfólio de clientes um atendimento ruim pode traumatizar um cliente e fazer com este influencie os clientes potenciais a não ser tornarem clientes da empresa. Enfim, o processo de compra, não só o feminino, é sempre um jogo de sedução que deve envolver o consumidor e fazê-lo ao fim satisfeito pelo o que aconteceu, mesmo que a compra em si não aconteça.Artigo:http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/402/o-segredo-dos-quatro-ps-do-consumo-feminino

“Apostando no Amor”, uma análise sobre o consumo.

E se apenas um consumidor fosse capaz de avaliar se um produto pode vir a ser bem aceito pelo mercado ou não? E se ele acertasse em cheio quais deles fariam sucesso? Parece impossível, mas é exatamente essa situação que acontece no filme “Apostando no amor”, no qual o personagem principal é submetido (sem saber) a fazer vários testes de mercado. É como se ele soubesse o que agrada a grande maioria da população e todo produto que ele “aprova” quando lançado, faz sucesso. Será que fora da ficção isso funcionaria? Acho muito difícil, afinal o comportamento do consumidor está ligado a uma série de fatores, são estes: culturais, psicológicos, sociais e pessoais. É aquela velha expressão “tudo depende de tudo” e boa parte das compras acontece por impulso, portanto a atmosfera de compra influencia e muito. Não é a toa que o “neuromarketing”, um estudo das reações do cérebro do consumidor a estímulos sensoriais existe. Sejam eles olfativos, táteis, visíveis, auditivos e/ou gustativos. Quanto mais envolvido sensorialmente o consumidor estiver, mais propício a compra ele estará. Portanto mexer com os sentidos seja com cheiros característicos da marca, uma degustação em PDV, uma vitrine bonita e atrativa… Enfim possibilitar experimentação, experiências trocadas entre o consumidor e a marca. Fazer parte da vida dele de alguma forma, estar presente em seu dia-dia. Buscar estar onde ele está e compartilhar “gostos”, como por exemplo, promover um show de uma banda que ele goste. Gerar um verdadeiro relacionamento de compartilhamento e de amizade com o consumidor. “Conversar” com o cliente, criar laços com ele,esse deve ser o grande objetivo das marcas.  

A Pepsi e seu Marketing de oportunidade.

Quem nunca pediu uma coca e ouviu a frase “só têm Pepsi, pode ser?”, sempre bate aquela dúvida, mas no final muitos acabam cedendo. Aproveitando a oportunidade que o macroambiente proporcionou, a Pepsi fez a sua nova campanha com o slogan “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi”. Essa também “pode ser” uma boa estratégia para a marca, porém pode acabar sendo enxergada de forma “nós somos uma boa segunda opção”… Mas sejamos sinceros a Pepsi faz muito menos sucesso no Brasil do que a Coca. Parece ser exagero, mas talvez esta seja uma nova estratégia de posicionamento, a marca pode estar “assumindo” que ocupa a segunda posição e se não tiver Coca-cola, uma Pepsi pode ser uma boa segunda opção. Assim como a Avis, locadora de carros que ficou conhecida por reconhecer que era a segunda no ranking nas locadoras de carro e que se esforçava muito para manter essa posição. A Avis sempre ilustrava esse aspecto de forma bem humorada em suas campanhas como, por exemplo, “As nossas filas são menores”. Acho que a Pepsi já têm propensão a ocupar esse posicionamento na mente do consumidor e talvez já o ocupe em alguns casos (no meu, por exemplo). Bom, vamos aguardar os resultados, mas achei interessante a estratégia de “seguir a onda” do público. Agora é esperar pra ver.VT da campanha:http://www.youtube.com/watch?v=RjEbIqHpWNc Por: Daniela Viegas