sexta-feira, 22 de outubro de 2010
“Apostando no Amor”, uma análise sobre o consumo.
E se apenas um consumidor fosse capaz de avaliar se um produto pode vir a ser bem aceito pelo mercado ou não? E se ele acertasse em cheio quais deles fariam sucesso? Parece impossível, mas é exatamente essa situação que acontece no filme “Apostando no amor”, no qual o personagem principal é submetido (sem saber) a fazer vários testes de mercado. É como se ele soubesse o que agrada a grande maioria da população e todo produto que ele “aprova” quando lançado, faz sucesso. Será que fora da ficção isso funcionaria? Acho muito difícil, afinal o comportamento do consumidor está ligado a uma série de fatores, são estes: culturais, psicológicos, sociais e pessoais. É aquela velha expressão “tudo depende de tudo” e boa parte das compras acontece por impulso, portanto a atmosfera de compra influencia e muito. Não é a toa que o “neuromarketing”, um estudo das reações do cérebro do consumidor a estímulos sensoriais existe. Sejam eles olfativos, táteis, visíveis, auditivos e/ou gustativos. Quanto mais envolvido sensorialmente o consumidor estiver, mais propício a compra ele estará. Portanto mexer com os sentidos seja com cheiros característicos da marca, uma degustação em PDV, uma vitrine bonita e atrativa… Enfim possibilitar experimentação, experiências trocadas entre o consumidor e a marca. Fazer parte da vida dele de alguma forma, estar presente em seu dia-dia. Buscar estar onde ele está e compartilhar “gostos”, como por exemplo, promover um show de uma banda que ele goste. Gerar um verdadeiro relacionamento de compartilhamento e de amizade com o consumidor. “Conversar” com o cliente, criar laços com ele,esse deve ser o grande objetivo das marcas.
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