"Nós atores somos completamente mutáveis, podemos ser desde um grão de areia até o Barack Obama".
"Quem somos nós pra definir o tempo? É o tempo que nos define.."
"Fotografia não é espaço, é possibilidade"
#filosofando
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Top of Mind.
"Quando você pensa em sabão em pó, qual a primeira marca que lhe vêm a cabeça?". É mais ou menos assim que a pesquisa do prêmio "Top of Mind" é aplicada. O prêmio têm o intuito de listar quais são as marcas que ocupam o primeiro lugar na memória do consumidor. Ótimo para as vencedoras, pois é bem provável que estas tenham um posicionamento muito bem definido e credibilidade (eu disse bem provável). Confiram a lista das vencedoras por categoria:
Aparelho de telefone celular: Nokia
Aparelho de TV: Philips e Semp Toshiba
Aspirador de pó: Arno
Notebook: Dell, LG, Samsung, Semp Toshiba e Positivo
Fogão: Brastemp e Dako
Geladeira: Consul
Carro: Volkswagen
Lavadora de roupa: Brastemp
Pasta de dente: Colgate
Fraldas descartáveis: Pampers
Sabonete: Lux
Protetor solar: Sundown
Aparelho de barbear: Gillete
Shampoo: Seda
Desodorante: Rexona
Cerveja: Skol
Chocolate: Nestlé
Leite: Ninho, Parmalat e Itambé
Maionese: Hellmann's
Margarina: Qualy
Adoçante: Zero Cal
Azeite: Gallo
Refrigerante: Coca-Cola
Sorvete: Kibon
Biscoito: Bauducco, Mabel, Passatempo, Trakinas e Fortaleza
Sabão em pó: Omo
Combustível: Petrobras
Pilha: Rayovac
Pneu: Pirelli
Tinta de parede: Suvinil
Banco: Banco do Brasil
Caderneta de poupança: Caixa Econômica Federal
Cartão de crédito: Visa
Operadora de celular: Vivo
Plano de saúde: Unimed
Seguros: Bradesco Seguros
Companhia aérea: TAM
Loja de móveis e eletrodomésticos: Casas Bahia
Material esportivo: Adidas
Supermercado: Carrefour e Extra
Aparelho de TV: Philips e Semp Toshiba
Aspirador de pó: Arno
Notebook: Dell, LG, Samsung, Semp Toshiba e Positivo
Fogão: Brastemp e Dako
Geladeira: Consul
Carro: Volkswagen
Lavadora de roupa: Brastemp
Pasta de dente: Colgate
Fraldas descartáveis: Pampers
Sabonete: Lux
Protetor solar: Sundown
Aparelho de barbear: Gillete
Shampoo: Seda
Desodorante: Rexona
Cerveja: Skol
Chocolate: Nestlé
Leite: Ninho, Parmalat e Itambé
Maionese: Hellmann's
Margarina: Qualy
Adoçante: Zero Cal
Azeite: Gallo
Refrigerante: Coca-Cola
Sorvete: Kibon
Biscoito: Bauducco, Mabel, Passatempo, Trakinas e Fortaleza
Sabão em pó: Omo
Combustível: Petrobras
Pilha: Rayovac
Pneu: Pirelli
Tinta de parede: Suvinil
Banco: Banco do Brasil
Caderneta de poupança: Caixa Econômica Federal
Cartão de crédito: Visa
Operadora de celular: Vivo
Plano de saúde: Unimed
Seguros: Bradesco Seguros
Companhia aérea: TAM
Loja de móveis e eletrodomésticos: Casas Bahia
Material esportivo: Adidas
Supermercado: Carrefour e Extra
E eu digo o mesmo.
Obrigada por me ouvir, por deixar que eu te ouça, por me fazer rir demais, por acalmar meu choro em menos de um minuto (independente da situação e distância), por me levar a infância com nossas pinturas, por me fazer ler e ouvir coisas que eu nunca imaginei um dia, por colocar os meus pés no chão em muitas das minhas flutuadas, por aturar minhas conversas intermináveis, por partilhar suas alegrias e tristezas comigo, por me deixar entender o universo "marinístico", por acreditar em mim, por me apoiar sempre, por rir das minhas (verdadeiramente) merdas, por ser poeta e poesia, por ser abraço e acalento.
Obrigada pelas milhões de ligações (até aquelas as 4 da manhã em um momento etílico de sua parte), pelos reggaes, pelo vasto vocabulário repleto de códigos secretos, pelo tempo e tudo o que ele nos trouxe de maravilhoso, pelos carros magnéticos, pelas curvas, pelas pequenas andadas na praia, pelos chinelos, pelo líquido de Mariah, Beyoncé e Lady Gaga, pelas músicas tocadas, dançadas, cantadas e curtidas, pelos shows, por me apaixonar mais ainda por Arte, por ser tão importante na minha vida, por ser uma certeza, por ser passado, por ser futuro, por ser doida que nem eu, por entender minhas loucuras. Por fazer de momentos que poderiam ser insuportaveis, memoráveis. Obrigada pela energia, pela sintonia, pela estripulia, pela correria, pela simpatia, éééé... Quer dizer então que (ahuahuahauhauhauhauahuha). Obrigada por ser minha irmã, nunca se esquecer de mim e estar sempre comigo.
"Amo você desde uns sete anos atrás.
Mais uma vez, obrigada."
Obrigada pelas milhões de ligações (até aquelas as 4 da manhã em um momento etílico de sua parte), pelos reggaes, pelo vasto vocabulário repleto de códigos secretos, pelo tempo e tudo o que ele nos trouxe de maravilhoso, pelos carros magnéticos, pelas curvas, pelas pequenas andadas na praia, pelos chinelos, pelo líquido de Mariah, Beyoncé e Lady Gaga, pelas músicas tocadas, dançadas, cantadas e curtidas, pelos shows, por me apaixonar mais ainda por Arte, por ser tão importante na minha vida, por ser uma certeza, por ser passado, por ser futuro, por ser doida que nem eu, por entender minhas loucuras. Por fazer de momentos que poderiam ser insuportaveis, memoráveis. Obrigada pela energia, pela sintonia, pela estripulia, pela correria, pela simpatia, éééé... Quer dizer então que (ahuahuahauhauhauhauahuha). Obrigada por ser minha irmã, nunca se esquecer de mim e estar sempre comigo.
"Amo você desde uns sete anos atrás.
Mais uma vez, obrigada."
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Um poema muito louco.
As minhas respostas são muito cheias de asteriscos para simplesmente 'euxari-las' ; Triste, mas implícito tão explicitamente que parece ser intátil. Sorry, a mim mesma? Talvez, depende, sempre.
Daniela Viegas
Daniela Viegas
Reflexiva que sou...
Terça- feira 26/10/2010. Vocês ainda se lembram do dia 1 de janeiro de 2010? Ah, pois eu me lembro... Demais! Parece loucura, mas tenho a impressão que o tempo está passando cada vez mais rápido e o mais incrível disso é que os dias, os minutos, os segundos, as horas, os meses, os anos, as décadas e os séculos continuam tendo a mesma duração. Talvez essa sensação seja causada pela quantidade de atividades que estamos fazendo diariamente, não paramos nunca, estamos sempre preocupados com o que virá e muitas vezes acabamos não valorizando o nosso agora, que já passou e não volta mais... São duas frases que vivo falando "um homem nunca entra duas vezes no mesmo rio" e a melhor de todas que me faz refletir muito a respeito de aproveitar cada segundo da minha vida é "o futuro é o presente e o presente já passou... não deixe nada pra depois, não deixe o tempo passar, não deixe nada pra semana que vem, porque semana que vem pode não chegar". É como minha amiga disse quando acabara de escutar essa frase "dá vontade de jogar tudo pra cima e sair se divertindo pelo mundo!", dá mesmo ;) Como aquela propaganda do Eco Sport "Hoje é o meu ultimo dia de vida.... Hoje é o meu ultimo dia de vida, de novo" hehe. Não quero influenciar ninguém a levantar da cadeira do escritório e sair por ai buscando "curtir intensamente", mas acho que devemos nos preocupar menos com o depois e viver o agora, não levar as coisas tão a sério.... Afinal, qual é o sentido da vida? Não sei, mas a graça é justamente essa : buscar os seus sentidos, sentindo-os... aí vem outra frase que eu amo "então, sinta mais.. abrace cada sentimento seja ele qual for, como se abraça a quem se ama..". Ah, é isso: aproveite, brilhe e evolua como "ser" sempre ;)
Kotler fala sobre 5 questões fundamentais do Marketing
O comportamento do consumidor mudou muito nos últimos anos. Eles mudarão ainda mais e quais tendências indicarão as transformações?
Philip Kotler - A recessão global e a crescente incerteza diminuirão a confiança de todos para gastar. Os consumidores estão adiando suas compras de bens duráveis mais caros como carros, móveis e eletrodomésticos de linha branca. Para as necessidades diárias, as pessoas estão optando por marcas mais baratas e marcas próprias. Se a recessão continuar, os consumidores ficarão acostumados a economizar em vez de gastar. Muitos podem vir a adotar um estilo de vida simples, baseado no “menos é mais” em vez de “mais é melhor”.
Por outro lado, se a recessão terminar logo, as pessoas provavelmente voltarão aos seus hábitos antigos de comprar e gastar. Muito disso depende da criação de empregos. Se houver emprego suficiente, as pessoas vão ganhar dinheiro e gastar. Se os empregos estiverem escassos, eles terão menos para gastar e gastarão menos. A questão é se as empresas serão arrojadas ou gananciosas. Se elas forem arrojadas devem deixar o poder de compra na mão dos consumidores para sustentar o crescimento econômico. Caso as empresas sejam gananciosas, elas ganharão no curto prazo, mas passarão por um longo período de dificuldade em seguida.
Os profissionais de Marketing estão prontos para estas mudanças? Como eles devem reagir?
Philip Kotler - Os profissionais de marketing podem dar alguns passos para estimular o aumento do consumo junto aos consumidores sem confiança. Um deles seria criar produtos de custo mais baixo que ofereça benefícios similares às versões mais caras. A indústria pode lançar embalagens menores de seus produtos que sejam mais acessíveis. As empresas podem criar alternativas inovadoras. A Índia, por exemplo, produz um computador de 100 dólares e oferece cirurgias de catarata muito baratas.
Outra coisa é oferecer garantias de retorno da compra de um produto muito caro. A Saturn, uma montadora americana, aceitava o carro de volta no prazo de 30 dias caso o consumidor não estivesse satisfeito com o produto e a Hyundai também prometeu a devolução do carro caso o cliente perdesse o emprego. Mesmo o segmento que queira ser líde com uma linha de produtos mais simples, precisará da ajuda do profissional de marketing para criar casas, eletrodomésticos e móveis mais simples.
De que forma as redes sociais mudaram o marketing e o que as empresas podem desenvolver para se aproximar do consumidor neste ambiente?
Philip Kotler - Um número crescente de consumidores de todas as idades está entrando no Facebook, no Twitter e no Linkedin criando grandes redes sociais. As pessoas estão procurando informações sobre experiências de produtos e serviços de outros consumidores nas suas redes sociais. Um brasileiro que esteja pensando em comprar um carro recém lançado provavelmente dará mais valor à opinião de seus amigos do que aos anúncios.
Muitas conversas nas redes sociais incluem opiniões favoráveis e desfavoráveis a respeito das marcas. Toda companhia agora está em um aquário com muitas pessoas discutindo os méritos de seus produtos e de suas marcas. Com isso, as companhias que não têm qualidade não sobreviverão. Já as fortes ficarão ainda melhores e as fracas se afogarão num mar de discussões negativas.
As empresas brasileiras começaram a se preocupar mais com a questão da sustentabilidade nos últimos anos. A sustentabilidade será realmente um diferencial no futuro próximo?
Philip Kotler - Muitas empresas acreditam que a sustentabilidade é um custo imposto que irá prejudicar seus lucros. Parece ser o caso quando a companhia deve pagar por um sistema que reduz a poluição do ar que a sua fábrica produz. Mas existem muitos outros esforços a favor da sustentabilidade que na verdade podem melhorar a lucratividade. Considere um hotel que tenha uma conta de água cara porque os hóspedes tomam banho sem limites e eles querem que os lençóis das camas sejam trocados diariamente.
Esse hotel pode trocar o chuveiro e perguntar aos clientes se eles se importariam que os lençóis não fossem trocados diariamente, o que no total reduziria a conta de água do hotel. O fato é que precisamos distinguir entre ações de sustentabilidade que representam economia de dinheiro e aquelas que demandam gastos. Adicione a isso a boa opinião do cliente em relação às companhias que estão se tornando ecologicamente corretas e teremos uma equação de valor para as empresas.
As empresas estão sempre olhando para o futuro e desenvolvendo novas plataformas de marketing para conquistar novos clientes, mas o que elas deveriam fazer que é primordial e não fazem, chegando a perder clientes por isso?
Philip Kotler - As empresas são surpreendidas quando elas perdem os clientes que disseram que estavam satisfeitos. Por que isso acontece? Obviamente algum concorrente está satisfazendo-o mais, seja pela venda a um preço inferior ou oferecendo serviços ou recursos de qualidade superior. Nunca tenha seus clientes como certos. Os concorrentes são como abelhas zumbindo em torno de uma empresa à procura de onde morder. Descubra os seus pontos fracos e como está desapontando seus clientes antes que seus concorrentes façam isso.
(via: @portalexame)
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Tempo ao tempo.
Um turbilhão de sentidos sentidos e sentindo tomam conta dos meus pensamentos. Não que não houvesse a cogitado antes pelas mesmas razões. É um adeus a tudo aquilo que trazia consigo além das maravilhosidades que hão de progredir quando o progresso de fato florescer, florescer essa é a palavra para tudo o que imagino daqui pra frente. Ainda não está ao alcance das minhas mãos, mas com fé em Deus pai da terra, um dia estará. Passei momentos muito bons, mas não sei o que os outros passaram. E é justamente essa a grande questão. Respeito a tudo, sempre. Hipocrisia é um poço infindável no qual não quero mais adentrar o meu espírito.Tudo vem na sua hora. E quando surgir de novo na minha vida será de forma naturalmente mágica, com certeza. Vou levar sem você da melhor forma possível até o dia que possa ser um verdadeiro presente de Deus para mim.
Daniela Viegas
Daniela Viegas
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Os ciclos e círculos.
'O mundo gira em circulos. O topo pode alcançar a mesma proximidade do chão do que a parte de baixo alcançou agora, que é presente e já se tornou passado. Loucura, vida que vem sendo construida ao longo do que chamamos de tempo. Arte, tudo o que se faz, mesmo que silenciosamente. Sentir, essa é a nossa grande trivialidade, simplesmente sinta e viva.'
Daniela Viegas
Daniela Viegas
As marcas e o consumo.
O que uma etiqueta com as letras “DeG” podem representar em um produto qualquer ? Identidade, valor, uma marca com uma imagem e posicionamento muito bem definidos na mente do consumidor. Usar uma marca significa quase sempre confiança. Por que algumas pessoas usam determinadas marcas por status ? Porque elas acreditam nelas e reconhecem o seu valor. Portanto, as marcas são uma espécie de “ser” que possui identidade, valores,nome, cores e etc. E os consumidores são os “amigos” desse ser e se sentem bem conviver com ele.A “lei da selva” no atual sistema econômico mundial é o consumo, com raríssimas exceções. Consumir é uma necessidade. Todos precisam de higiene, alimentação, moradia e locomoção e para que estas sejam supridas precisa-se compra-las, quase sempre. Mas, e depois das necessidades o que vêm? O desejo. E o consumo está inteiramente ligado ao desejo nos dias de hoje. Comprar apenas pela vontade de comprar ou como diz Becky Blooom “ quando eu compro o mundo fica melhor e depois não fica mais e ai eu preciso comprar de novo”, uma shopperaholic, uma compradora compulsiva assim como muitas outras e outros.Um comprador compulsivo leva o consumo como uma diversão, uma válvula de escape da sua rotina ou até mesmo faz do consumo a sua própria rotina. Muitas vezes esse tipo de consumidor compra sem ter condições financeiras para consumir aquele produto/serviço e acaba se endividando por certas coisas que muitas vezes não são se quer usadas. Com certeza o boom dos cartões de crédito é um grande propulsor do consumo compulsivo, é como Bechy compara no começo do filme “cartões de crédito são como varinhas mágicas” e fazem o processo de compra parecer algo muito mais leve, afinal, você não está tirando o seu dinheiro do bolso para comprar. E para o consumidor esse é um aspecto de grande peso.Uma liquidação de grandes marcas pode ser comparada a uma guerra, o cliente precisa levar pra casa aquela bota Dior pela metade do preço (e vai fazer de tudo por isso) para sair com a sensação de “fiz um bom negócio”, consegui algo de menor preço e maior valor. Esse tipo de sensação é esplêndida para qualquer consumidor e quando se tratam de grandes marcas o prazer é ainda maior.Prazer, essa é a maior sensação relacionada ao ato de comprar. As necessidades de hoje são muito maiores do que as de ontem e muitos menores do que as de amanhã. E os desejos também. A indústria do consumo produz cada vez mais e os consumidores por sua vez, compram cada vez mais. Será que essa relação está realmente em equilíbrio ? Basta observar e perceber.
Como construir uma marca forte?
Brandy, valor de marca, a fórmula do sucesso de qualquer negócio. Atribuir valores a umamarca e fazer com estes sejam percebidos pelo consumidor é um grande desafio, que quandoexecutado de maneira eficaz, efetiva e eficiente traz resultados imensuráveis a uma empresa. Mas, agrande questão é: como construir uma marca forte?Antes de qualquer coisa, a marca precisa ocupar um posicionamento na mente do consumidor enunca deve-se tentar se posicionar da mesma forma do seu concorrente, pois será muito mais difícil,praticamente impossível, alcançar sucesso dessa forma. Pense em um refrigerante, com certezavocê pensou em “Coca-cola”, agora pense em uma bebida levemente gaseificada, provavelmente você pensouem “Aquarius Fresh” uma bebida que faz parte da extensão de linha da Coca-cola Company, masocupa um posicionamento distinto do refrigerante de cola na mente do consumidor. E é desta formaque as marcas devem buscar se posicionar: em lugares ainda não ocupados na mente do cliente.Além de posicionamento outro ponto de extrema importância para a construção de uma marcaforte é fazer parte da vida do consumidor, literalmente, experiência de marca. Um bom exemplode marketing de experiência é o evento “Skol Sensations”, é o terceiro maior evento de músicaeletrônica da América Latina e leva o nome de uma marca, milhares de pessoas “respiram ouniverso” da Skol durante os dias de festa, em momentos de diversão e mais de 90% do públicopresente no evento acredita que a festa “tem tudo a ver” com a marca. Agora me diga, a Skolrepresenta uma bebida ou um conceito, um estilo de vida, sensações e etc? A segunda opção, comcerteza, e é por isso que ela hoje é uma das marcas mais valiosas do seu segmento. Os eventos sãoótimas formas de se trabalhar uma marca com o marketing de experiência, mas não são a única,existem muitas outras estratégicas mercadológicas que compõem a construção e consolidação deuma marca de peso.A marca precisa ganhar a confiança do cliente, fazer parte da vida dele, representar algomuito além de um produto que vem dentro de uma embalagem bem feita, a marca deve traduzirestilo de vida, escolha, valores e crenças e deve ir muito além do preço pago pelo produtoque será consumido. E para alcançar isso o segredo é pesquisar muito, entender o seu público-alvo, “conversar” com ele e virar parte de sua vida
Os 4 P’s do consumo feminino (uma análise do artigo de Stella Kochen)
No artigo a autora Stella Kochen faz uma abordagem inicialmente a respeito da visão do consumo feminino observada pelos homens que nomeiam essa prática de fazer compras de “comproterapia” e questiona se de fato essa compra em excesso é uma realidade ou apenas uma visão marxista a respeito. Para falar dos hábitos de consumo feminino e buscar desvincular a imagem de consumista das mulheres a autora compara o processo de compra a um jogo de sedução que ocorre toda vez que uma mulher adquiri algum produto ou serviço. Para ilustrar essa compra ela aborda os 4 Ps femininos : paquera, pesquisa, pechincha e prazer. Destrinchando-se os Ps pode se perceber que esse processo não acontece necessariamente em toda e qualquer compra feita por uma mulher e também não é uma exclusividade do universo feminino, muitos homens também passam por essas mesmas fases durante a aquisição de algum bem. A paquera acontece sempre, principalmente no processo de experimentação de um produto ou serviço, o consumidor faz uma espécie de “raio x” e observa precisamente a aparência e todos os detalhes de sua possível futura aquisição. A pesquisa é algo que faz parte da grande maioria dos processos de compra, porém pode aparecer antes, durante ou depois ou as vezes pode nem chegar a estar presente no processo, como por exemplo: a aquisição de um vestido, se a mulher experimenta e gosta do vestido e sente que ele foi “feito para ela” bem provavelmente a variável pesquisa não estará muito presente neste processo de compra, a não ser que após comprá-lo ela passe em outras lojas para checar se fez um bom negócio, aliás esse hábito é algo tradicional em nossa cultura. A pechincha também não se mostra presente em todo o processo de compra, afinal não são todos os produtos, serviços e estabelecimentos de consumo que abrem a possibilidade de um reajuste no preço oferecido e atualmente o cartão de crédito passou a substituir em parte a pechincha, pois as parcelas facilitam a compra e fazem o consumidor sentir um impacto financeiro menor, o que meche principalmente com o lado “psicológico da coisa”. O prazer está presente na grande maioria dos processos de compra, mesmo que esta seja uma sensação imediata e pouco duradoura, apenas pela sensação de “possuir, ser dono de” ou até mesmo pelo consumo do produto ou serviço que se adquiriu e o prazer que este pode proporcionar, seja através de gostos, cheiros, elogios, olhares e outras coisas que podem chegar até o cliente por intermédio de algum bem adquirido. Além dos 4Ps a autora observa que o pré-atendimento faz-se essencial para um bom processo de compra, o que de fato é um grande impulso para influenciar a compra, muitas pessoas as vezes nem tem um interesse tão grande em adquirir um produto ou serviço, porém se sentem tão bem com o atendimento que acabam adquirindo-o, o atendimento está completamente vinculado as experiências que um consumidor tem com uma marca, portanto deve ser o melhor possível, pois um assim como um bom atendimento pode fidelizar e de alguma forma ajudar aumentar o portfólio de clientes um atendimento ruim pode traumatizar um cliente e fazer com este influencie os clientes potenciais a não ser tornarem clientes da empresa. Enfim, o processo de compra, não só o feminino, é sempre um jogo de sedução que deve envolver o consumidor e fazê-lo ao fim satisfeito pelo o que aconteceu, mesmo que a compra em si não aconteça.Artigo:http://www.varejista.com.br/artigos/marketing/402/o-segredo-dos-quatro-ps-do-consumo-feminino
“Apostando no Amor”, uma análise sobre o consumo.
E se apenas um consumidor fosse capaz de avaliar se um produto pode vir a ser bem aceito pelo mercado ou não? E se ele acertasse em cheio quais deles fariam sucesso? Parece impossível, mas é exatamente essa situação que acontece no filme “Apostando no amor”, no qual o personagem principal é submetido (sem saber) a fazer vários testes de mercado. É como se ele soubesse o que agrada a grande maioria da população e todo produto que ele “aprova” quando lançado, faz sucesso. Será que fora da ficção isso funcionaria? Acho muito difícil, afinal o comportamento do consumidor está ligado a uma série de fatores, são estes: culturais, psicológicos, sociais e pessoais. É aquela velha expressão “tudo depende de tudo” e boa parte das compras acontece por impulso, portanto a atmosfera de compra influencia e muito. Não é a toa que o “neuromarketing”, um estudo das reações do cérebro do consumidor a estímulos sensoriais existe. Sejam eles olfativos, táteis, visíveis, auditivos e/ou gustativos. Quanto mais envolvido sensorialmente o consumidor estiver, mais propício a compra ele estará. Portanto mexer com os sentidos seja com cheiros característicos da marca, uma degustação em PDV, uma vitrine bonita e atrativa… Enfim possibilitar experimentação, experiências trocadas entre o consumidor e a marca. Fazer parte da vida dele de alguma forma, estar presente em seu dia-dia. Buscar estar onde ele está e compartilhar “gostos”, como por exemplo, promover um show de uma banda que ele goste. Gerar um verdadeiro relacionamento de compartilhamento e de amizade com o consumidor. “Conversar” com o cliente, criar laços com ele,esse deve ser o grande objetivo das marcas.
A Pepsi e seu Marketing de oportunidade.
Quem nunca pediu uma coca e ouviu a frase “só têm Pepsi, pode ser?”, sempre bate aquela dúvida, mas no final muitos acabam cedendo. Aproveitando a oportunidade que o macroambiente proporcionou, a Pepsi fez a sua nova campanha com o slogan “Pode ser bom. Pode ser muito bom. Pode ser Pepsi”. Essa também “pode ser” uma boa estratégia para a marca, porém pode acabar sendo enxergada de forma “nós somos uma boa segunda opção”… Mas sejamos sinceros a Pepsi faz muito menos sucesso no Brasil do que a Coca. Parece ser exagero, mas talvez esta seja uma nova estratégia de posicionamento, a marca pode estar “assumindo” que ocupa a segunda posição e se não tiver Coca-cola, uma Pepsi pode ser uma boa segunda opção. Assim como a Avis, locadora de carros que ficou conhecida por reconhecer que era a segunda no ranking nas locadoras de carro e que se esforçava muito para manter essa posição. A Avis sempre ilustrava esse aspecto de forma bem humorada em suas campanhas como, por exemplo, “As nossas filas são menores”. Acho que a Pepsi já têm propensão a ocupar esse posicionamento na mente do consumidor e talvez já o ocupe em alguns casos (no meu, por exemplo). Bom, vamos aguardar os resultados, mas achei interessante a estratégia de “seguir a onda” do público. Agora é esperar pra ver.VT da campanha:http://www.youtube.com/watch?v=RjEbIqHpWNc Por: Daniela Viegas
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